segunda-feira, 13 de abril de 2020

Almanak Ipuense

Almanak Ipuense

1899



Tenente Pompeo Jacome

Tio avô



Tenente Dr. Jácome Pompeo, irmão mais velho de meu avô, Médico Dr. José Jácome de Oliveira. Foi homenageado pelo “Almanaque Ipuense” em 1899. Nasceu em 01 de maio de 1870 em Campo Maior, Piauí, indo morar com os pais em Santa Quitéria, onde começou os estudos. Como desejasse abraçar a carreira das armas, seu pai consentiu e em 1889 entrava como aluno na Escola Militar do Ceará, sendo promovido a Alferes em 1894 e a Primeiro Tenente em 1899. Era Bacharel em Ciências Físicas e Matemática. Em 24 de julho de 1899, quando tinha uma vida inteira pela frente, morre aos 29 anos num exercício de tiro. “O Almanaque Ipuense rende um culto de homenagem à memória do grande patriota, registra em suas páginas o nome ilustre do infeliz moço, dando sentidos pêsames ao seu digno pai, o Coronel André Jácome”. Ipú -1899.



Escola Militar Do Ceará

Hoje é o Colégio Militar de Fortaleza
Sumário Histórico do Colégio Militar de Fortaleza

 
 
Autor: JOSÉ DENIZARD MACEDO DE ALCÂNTARA, do Colégio Militar de Fortaleza, da Academia Cearense de Letras e do Instituto Histórico do Ceará.

O Prédio: Origem e Destino

Corria o ano de 1877, assinalado na história cearense pela maior seca registrada na memória das nossas populações. Governava o Ceará o Presidente da Província, o Desembargador Caetano Estelita Cavalcante Pessoa, designado para a função pelo gabinete conservador de 25 de ju­nho de 1875, presidido pelo Duque de Caxias. Em 22 de novembro daquele ano, o presti­gioso comerciante e político cearense Joaquim da Cunha Freire, Barão de Ibiapaba, procura o Presidente da Província e, no desejo de amparar a pobreza da Capital, cuja situação se agravara com a seca, faz a oferta ao governo provincial da quantia de dez contos de réis (10:000$000) e de um terreno localizado entre as Ruas do Sol (atual Costa Barros), da Leopoldina, da Soleda­de (atual Nogueira Acioly) e a Rua do Colégio das Órfãs (atual Santos Dumont), devendo ali o governo provincial construir um Asilo de Mendi­cidade. Terreno e dinheiro eram doados com a con­dição de que, enquanto o edifício não ficasse concluído, seria de exclusiva propriedade do doador e de seus herdeiros, no caso de sua morte. Logo, porém, que estivesse ultimada a constru­ção passaria ao patrimônio da Província do Cea­rá, nos termos da Escritura lavrada pelo Escri­vão Augusto Barbosa de Castro e Silva. As obras foram iniciadas quase imediata­mente, recebendo-se mais donativos e utilizan­do-se nas mesmas o trabalho dos flagelados da seca, não só na construção como no fabrico de telhas e tijolos. Desconhecem-se dados que positivem ter o Asilo de Mendicidade chegado a funcionar. Assim a Lei nº 2.152, de 10/08/1889, determinava a entrega da construção ao Sr. Bispo da Diocese do Ceará para servir de Asilo de Mendicidade. Pou­cos meses depois, já na República, o Decreto nº 04, de 24/02/1890, revogou a Lei citada e restituiu o prédio ao Patrimônio do Estado do Ceará, que não o utilizou até 1892, praticamente aban­donado. Em 17 de março daquele ano, o Vice-Pre­sidente do Estado, capitão Benjamin Barroso, telegrafava ao Presidente Floriano Peixoto, oferecendo-o para sede da Escola Militar, feitas as reformas e adaptações necessárias, aliás já projetadas e orçadas pelo Coronel Carlos Eduardo Saulnier de Pierrelevée, Diretor das Obras Militares, condicionando-se a oferta ao funcionamento ali da Escola Militar. Em 1897, com a extinção da Escola Militar, retorna o imóvel à posse do Estado do Ceará. Somente pela Lei nº 1.931, de 05/11/1921, o poder Legislativo Estadual transferiu em definitivo para o Ministério da Guerra o velho casarão do Outeiro, onde já vinha funcionando desde 1919 o Colégio Militar do Ceará. Em 1894, o edifício constava somente da ala fronteira à Praça da Bandeira, sendo o res­tante cercado por muros, sem nenhuma edificação interna. Mesmo esta frente não estava terminada: segundo documentação da época, apresentava 31 janelas do lado direito e 10 do esquerdo. A parte central da frente, com andar superior, é de 1910, completado o segundo andar na reforma iniciada em 1958. Numerosas modificações, obras novas e ampliações, foram feitas ao longo do tem­po pelos Estabelecimentos de Ensino que ali funcionaram, destacadamente pelo antigo Colégio Militar do Ceará, Escola Preparatória de Cadetes e o atual Colégio Militar de Fortaleza. Nesta histórica edificação, a partir de 1892, funcionaram quatro Estabelecimentos de En­sino do Exército: a Escola Militar do Ceará, o Colégio Militar do Ceará, a Escola Preparatória de Cadetes de Fortaleza, o Colégio Militar de Fortaleza; dois estabelecimentos civis de ensino: o Colégio Nossa Senhora de Lourdes e o Colégio Floriano. Nela aquartelaram a Policia Mili­tar do Ceará e o 9º Regimento de Artilharia Montada.


Raízes Históricas

As raízes históricas deste estabelecimento de ensino remontam ao fim do Brasil império, quando foi criada pelo Decreto 10177, em 1 de fevereiro de 1889, a Escola Militar Do Ceará tendo sido seu primeiro diretor João Nepomuceno de Medeiros Mallet. Em 1898 foi extinta e nos vinte anos que sucederam à extinção, funcionou no prédio o Colégio Nossa Senhora de Lourdes, a força pública do Estado do Ceará e o 10º Regimento de Artilharia Montada da Polícia Militar.

Ao longo da existência da Escola Militar do Ceará (EMC), vários professores (lentes) e instrutores tiveram grande destaque. Entre eles estão: Adolfo Luna Freire; Antônio Augusto de Vasconcelos; Bezerril Fontenele; Joaquim Catunda; Franco Rabelo; Thomaz Pompeu; alguns dos antigos mestres da EMC foram fundadores da Academia Cearense de Letras (ACL).
No ano de 1919, foi criado o Colégio Militar do Ceará (CMC), iniciando o ano letivo em 1 de junho, data de inauguração e, como tal festivamente comemorada. Destacou-se, neste período, o General de Divisão, graduado e reformado, Eudoro Corrêa, que exerceu o comando por mais de treze anos – 1923 a 1936 - fato pelo qual o CMF é conhecido por seus integrantes como “Casa de Eudoro Corrêa”. O CMC foi extinto em 1938. Neste período de extinção, funcionou no prédio o Colégio Floriano.
Os professores do CMC tiveram grande destaque na sociedade local. Muitos viraram nome de ruas em Fortaleza: Martinz de Aguiar; Beni Carvalho; Engenheiros Alberto Sá e Santana Júnior; Guilherme Moreira da Rocha; Mozart Solon; Parsifal Barroso; Raimundo Cela, dentre outros.
Em 1942, retorna ao Estado do Ceará o ensino militar com a criação da Escola Preparatória De Fortaleza - EPF. A reestruturação do ensino militar do Exército levou à extinção, em 1961, da EPF e ao ressurgimento, em 17 de novembro do mesmo ano, do Colégio Militar de Fortaleza - CMF.
Em 1989, ampliando a sua ação, o CMF passou a receber alunas.

Estrutura

A parte central da fachada principal começou a ser construída em 2 de dezembro de 1877, sendo a data de lançamento da pedra fundamental uma homenagem ao imperador D. Pedro II. Inicialmente, o edifício teve como finalidade abrigar retirantes da seca que chegavam a Fortaleza. Somente em 1892, passou a sediar a Escola Militar do Ceará que funcionara, até então, onde hoje é a 10ª Região Militar. Na virada do século XIX para o século XX, o prédio era conhecido na cidade como “O Casarão do Outeiro”, devido a ser uma referência no bairro (do Outeiro). Com a fachada áurea, reformada em função daquela existente na década de 1930, o Colégio Militar de Fortaleza alia o passado histórico e a modernidade. Suas salas de aula são grandes e projetadas para alta performance acústica, com dobras no teto no intuito de maximizar a fala do palestrante.   

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Mulheres Na Política

Dra. Kátia Miki é Fundadora e Diretora do Instituto Cultural Barão de Ayuruoca


Para fortalecer a democracia no Brasil, é necessário debater de forma urgente a representatividade feminina na política. Apesar de sermos 52% do eleitorado, ocupamos apenas 15% das cadeiras no congresso, sendo ainda comum se noticiar “a primeira mulher” a ocupar cargos importantes.


A baixa representatividade evidência uma democracia manca e cria barreiras para o avanço de pautas importantes para o direito das mulheres.

Os direitos de a mulher poder estudar, votar, escolher a própria profissão e se divorciar eram sonhos distantes, há um tempo não tão distante assim. Se hoje os mesmos se tornaram parte integrante da sociedade e do nosso dia a dia, isso só foi possível graças à luta organizada de muitas mulheres ao longo dos anos.

Atualmente conquistamos a garantira de obter no mínimo 30% de candidaturas femininas em conjunto com o mínimo de 30% de recurso do fundo eleitoral. No entanto, perceber que 30% se transforma em apenas 10% de mulheres eleitas, demonstra que existem muitos gargalos de elegibilidade que devem ser debatidos, principalmente em ano de eleições municipais, como é o ano de 2020.

Dessa forma, o Centro Acadêmico Dom Waldyr Calheiros, a Federação Nacional dos Estudantes de Direito, a Diretoria de Mulheres OAB/RJ e as Comissões OAB Mulher de Barra do Piraí, Barra Mansa, Mendes, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Resende, Valença, Vassouras e Volta Redonda, convidam vocês a participar do debate “Elas na Política”, afinal democracia é uma palavra feminina.


Palestrantes:


Dra. Marisa Gáudio = Diretora OAB Mulher do Rio de Janeiro.
Dra. Rosânia Figueira = Diretora OAB Mulher da Região Centro Sul Fluminense.
Dra. Monique Kozlowski = Juíza Federal.
Dra. Carolina Patitucci = Presidente da Comissão OAB Mulher de Volta Redonda.
Dra. Katia Miki = Presidente da Comissão OAB Mulher de Barra do Piraí.


Presença confirmada de todas as vereadoras da região.


Dia e horário:

14 de fevereiro de 2020
18h - 22h


Local e endereço:

Universidade Federal Fluminense - UFF, Campus do Aterrado - Volta Redonda | Auditório Bloco B - Rua Desembargador Ellis Hermydio Figueira, 783, Aterrado, Volta Redonda.




    


   


   


   



Dra. Kátia Miki


sábado, 28 de dezembro de 2019

Nossa História Na Educação


Colégio Sylvio Leite


Fundado em 1904



Professor Sylvio Leite
Avô de José Silvio Leite Jacome


Aos 50 anos 
1930
Bisneto do Coronel Custódio Ferreira Leite
Barão de Ayuruoca



Professor Sylvio Leite e alunos



Professor Sylvio Leite e alunos
À sua direita sua filha Sylvia Leite









Professor Sylvio Leite e alunos




Professor Sylvio Leite e alunos






                                                        Professor Sylvio Leite e alunos



Desfile do Colégio Sylvio Leite na Semana da Pátria em 4 de setembro de 1940

 

Colégio Sylvio Leite - Petrópolis - RJ


                                                     Colégio Sylvio Leite - Petrópolis - RJ


Colégio Sylvio Leite - Méier - RJ



Colégio Sylvio Leite - Tijuca - RJ



Colégio Sylvio Leite - Tijuca - RJ

Esquina das Ruas Mariz e Barros com Barão de Ibituruna



Colégio Sylvio Leite - Méier - RJ






                                                       Colégio Sylvio Leite - Méier - RJ


                                                      Colégio Sylvio Leite - Méier - RJ


                                                      Colégio Sylvio Leite - Méier - RJ


                                                 
                                                       Colégio Sylvio Leite - Méier - RJ









                                                                                                                                                                                 


Homenagem do Professor Plínio Ribeiro Baptista Leite ao seu pai, Professor Sylvio Antunes Baptista Leite, em mensagem a seus irmãos.

Transcrito do original em poder do Instituto

Morreu Sylvio Leite
25 de novembro de 1968 foi um dia de luto para a família plinioleitense com o sentido desaparecimento d’aquele que me precedera na gloriosa e valiosa missão de instruir a nossa mocidade.
Sylvio Leite, filho de fazendeiro de Sapucaia, que também se desdobrava em professor primário autodidata, foi a mais digna representação do que seja um grande professor e um orador dos mais fluentes e entusiastas.
Em toda sua longa vida de 88 anos, 5 meses e 20 dias, Sylvio Leite só fez ensinar, e, como ensinava! Ainda me lembro e comigo todos que tiveram a ventura de ser seus alunos, o que eram suas aulas de Francês, língua em que foi um dos maiores cultores em nosso país. Como cultuava Corneille, Racine, Moliére e Victor Hugo! Suas aulas de geografia, de história, de português e de latim em nada deviam às de francês. Falava corretamente, além do português e francês, o espanhol, o alemão e o inglês. Enfim era um professor completo e de rara competência.
Dentro de uma sala de aula, era um astro de primeira grandeza que a todos os seus alunos empolgava.
Disciplinador rigoroso sempre pregou e fez existir em seu Colégio o princípio da autoridade! Quando ele chegava, com seus passos rápidos e enérgicos, houvesse o que houvesse, tudo se transformava e o ambiente mais anarquizado ou indisciplinado se convertia em ordem, respeito e amizade, pois ao lado de seu rigor e intransigente autoridade havia um grande coração! Em seu Colégio nunca houve quem fosse afastado por falta de recursos, chegando, muitas vezes, a ser vítima da exploração contra a qual tinham de lutar seus colaboradores e pessoas da família.
No tempo em que um Colégio valia pelo seu Diretor apenas como um grande professor, ele brilhou sempre como estrela de 1ª grandeza e seus alunos, nos exames oficiais, concursos ou outras provas, obtinham sem exceção os melhores resultados. Com o evoluir da educação nacional, tiveram os Colégios de se organizar para fazer face às novas exigências da vida e Sylvio Leite começou a reagir: ele só conhecia uma tesouraria representada pelo seu bolso guardando o que lhe pagavam e uma memória privilegiada tudo contabilizando, aliada a uma secretaria representada pelo valor intelectual dos alunos que ele preparava através de seu trabalho pessoal e de uns poucos professores por ele muito bem selecionados.
Fora, até então, sem favor algum, a maior das maiores estrelas do firmamento educacional brasileiro, mas, a partir de 1932, se foi desiludindo e aos poucos de tudo se foi afastando, até que, em 1948, desaparecia o último reduto de suas atividades: o Colégio Sylvio Leite, da “BOCA DO MATO” que ele construíra com todo carinho e que resolveu acabar, vendendo o imóvel ao SESC, em 1946.
Em 1904, no então Palacete Lisbonense, na esquina da Av. Rio Branco com Rodrigo Silva, começou Sylvio Leite seu primeiro curso organizado representado por uma grande sala onde, na parte dos fundos residia e na parte da frente separadas por um tabique de madeira colocaria as primeiras carteiras de sua propriedade. Foi nessa sala que nasci a 22 de abril de 1904, já sob o fulgor e o brilho de sua grande inteligência, recebendo assim a enorme responsabilidade de procurar seguir sua obra o que tenho tentado realizar se bem que em proporções modestas.
Em 1908, associado a Antonio Pereira Caldas, alugava o sobrado da Rua do Rosário nº 140, onde instalaram o “Externato Minerva”. Começava ele aí a possuir uma organização educacional e trabalhar em equipe.
Em janeiro de 1914, convencido de que o “Externato Minerva” não mais comportava a realização de seus ideais foi para a Rua Mariz e Barros onde alugou o prédio de nº 258, aí instalando o “Colégio Sylvio Leite”, instituição que foi das mais prestigiosas e famosas de seu tempo – d’ali saindo grandes figuras que ainda hoje pontificam em todos os setores de atividades do País.
Em poucos anos o Colégio se expandia, primeiro incorporando o prédio da esquina da Rua Barão de Ibituruna, onde um tradicional pé de fruta pão era o encanto da garotada do meu tempo com o nosso foot-ball de salão da época. Como era dura a bola e que resistência tinham nossas canelas! E o professor Cameira a cada momento nos alertava da vinda de Sylvio Leite – dizendo: é proibido jogar foot-ball com os pés. Papai sempre fora contra o foot-ball e só por 2 vezes foi ao América Football Club: em 1914 e em 1952, todas duas por minha causa.
Foi nessa esquina de Mariz e Barros com Barão de Ibituruna que se construiu a 2ª quadra de basketball da América Latina sob a orientação de Mr. William Kouri, pois a 1ª foi a da Associação Cristã de Moços, criação de Mr. Sims logo seguida do América Football Club com a quadra improvisada no gramado de foot-ball, sob a orientação de Alfredo Kholer.
Dessas 3 instituições: Associação Cristã de Moços, Colégio Sylvio Leite e América Football Club, partiu o basketball brasileiro para os dias gloriosos de hoje.
Pouco a pouco o Colégio cresceu e foi incorporando todos os prédios vizinhos até chegar próximo ao Asilo Isabel.
Durante a 1ª grande guerra, Sylvio Leite se meteu a industrial da malacacheta em Espera Feliz (Minas Gerais) e tudo que ganhou enterrou no Colégio comprando os prédios que ocupava e o famoso terreno da Rua Campos Salles por nós chamado da Estância, por que lá existia uma estância de lenha. Era o paraíso dos amantes das peladas clandestinas em horas de aulas e aí nos deliciávamos com as primeiras transmissões telefônicas e telegráficas, sempre interrompidas pelo aparecimento imprevisto de papai.
Em 1927, querendo servir à Petrópolis e a um velho amigo, fundou em fevereiro, o Colégio Sylvio Leite de Petrópolis, no prédio onde funcionara o Atheneu Brasileiro de propriedade de Frederico Ribeiro. Em março de 1929, vítima de grande prejuízo que lhe dera o amigo que o representava, resolveu fechar o Colégio de Petrópolis do que resultou ser aberto no mesmo local, em 15 de abril de 1929, o Colégio Plínio Leite que, em fevereiro de 1945, passou a ser o atual Colégio Carlos A. Werneck.
Em 1942 resolveu extinguir o Colégio Sylvio Leite da Rua Mariz e Barros, vendendo inclusive os imóveis.
Com a extinção, em 1948, do Colégio da Boca do Mato, recolheu-se Sylvio Leite à vida privada, afirmando sempre que viveria 150 anos e se lamentando de ter acabado com seus Colégios.
Da casa da Rua Aquidabã, que adquirira em 1910, só saiu para morrer, pois já d’ali foi removido, em pré-coma, no dia 23 de novembro de 1968, falecendo no dia 25 de novembro de 1968, às 18:0 horas.
Descido seu corpo à última morada, na tarde de 26 de novembro de 1968, sob o olhar triste e as faces banhadas de lágrimas de seus filhos, parentes e de muitos ex-alunos ali presentes, fechava-se o ciclo de vida terrena de um mestre que sempre encheu de orgulho aos seus discípulos de poderem ostentar o título de ex-alunos de Sylvio Leite e que foi uma das maiores culturas de nosso tempo e um dos maiores mestres do Brasil!
Hoje, justamente no 30º dia de sua morte, registro nessas rápidas e sinceras palavras toda minha dor, como filho e como professor, pelo desaparecimento aliado ao meu orgulho de ter sido seu discípulo e, como filho e modesto professor, a esperança de poder continuar sua obra transmitindo a meus filhos e netos a missão que dele um dia recebi por obra e graça de Deus!

Niterói, 25 de dezembro de 1968

Plínio Leite








sábado, 18 de agosto de 2018

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Visita De José Silvio Leite Jacome E Heloísa Maria Dias Jacome Ao Município De Ibituruna No Estado De Minas Gerais



Médico Militar Dr. João Baptista dos Santos, combatente da Guerra do Paraguai e Médico de Suas Majestades Imperiais D. Pedro II e D. Thereza Cristina Maria
Barão, Visconde com Grandeza de Ibituruna
Último Presidente da Província de Minas Gerais no Império do Brasil


   



Secretária de Educação Queila Sousa Teixeira; Heloísa Maria Dias Jacome; Prefeito Everaldo José Teixeira; José Silvio Leite Jacome e Bibliotecária Célia Aparecida de Siqueira Stacaneli.



Secretária de Educação Queila Sousa Teixeira; Heloísa Maria Dias Jacome; Prefeito Everaldo José Teixeira; José Silvio Leite Jacome; Bibliotecária Célia Aparecida de Siqueira Stacaneli e o Secretário de Cultura e Turismo André Luis da Silva



   

Secretária de Educação Queila Sousa Teixeira; Heloísa Maria Dias Jacome; Prefeito Everaldo José Teixeira; José Silvio Leite Jacome; Bibliotecária Célia Aparecida de Siqueira Stacaneli e a Assistente de Advogado Lidiane Aparecida de Oliveira.




BIBLIOTECA MUNICIPAL VISCONDE DE IBITURUNA


Secretário de Cultura e Turismo André Luis da Silva; José Silvio Leite Jacome; Secretária de Governo Márcia Teixeira dos Santos; Heloísa Maria Dias Jacome e bibliotecário Jose vander Antônio Rodrigues


Secretário de Cultura e Turismo André Luis da Silva; José Silvio Leite Jacome; Secretária de Governo Márcia Teixeira dos Santos; Heloísa Maria Dias Jacome e bibliotecário Josevander Antônio Rodrigues



José Silvio Leite Jacome e o Secretário de Cultura e Turismo André Luis da Silva


   

   

   


Heloísa Maria Dias Jacome; Prefeito Everaldo José Teixeira e José Silvio Leite Jacome.

   

   



   

   

Postagem em destaque

I Congresso De Carreiras Jurídicas De Mato Grosso

Evento realizado no Teatro Cerrado Zulmira Canavarros na ALMT no dia  6 de outubro de 2025 com excelentes palestrantes que versaram sobre di...

Postagens mais visitadas